“A tecnologia com Inteligência Artificial (IA) chegou a um ponto que o desenvolvimento de tais sistemas – praticamente senão legalmente – é possível em apenas alguns anos, não décadas, e os riscos são grandes: as armas autónomas têm sido descritas como a terceira revolução no armamento, depois da pólvora e das armas nucleares”, pode ler-se na carta, resumindo que “uma corrida ao armamento que funcione através de IA é uma má ideia”.




“Tal como grande parte dos químicos e biólogos não têm interesse em construir armas químicas ou biológicas, a maior parte dos investigadores de IA não têm interesse em construir amas inteligentes – e não querem que outros manchem a sua área de especialidade ao fazerem-no”, afirmaram.




BBC