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“São pessoas que não fazem mais nada. Chegam a faltar às aulas, não cumprem os seus compromissos”, afirma Daniel Sampaio.


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“Com os iPhones as pessoas deixam, por exemplo, de decorar datas de aniversário", afirma a especialista, considerando que a dependência das novas tecnologias foi muito rápida e as pessoas temem perder o “contacto permanente” e ficar “desligadas do mundo”.


“Quando a pessoa deixa de ter padrões relacionais, quando prejudica o seu trabalho, o seu sono e até a sua alimentação, isso já é motivo de preocupação”, afirmou ainda a profissional.