A nanoengenharia já permite alterar as propriedades químicas do papel, tornando-o capaz de repelir os líquidos. Papel à prova de água. Mais que isso: hidrofóbico. Repele-a. E é mais eficiente e mais barato do que qualquer outro método conhecido. Parece papel normal, com o mesmo aspeto, o mesmo toque. Mas, tirando isso, não tem nada a ver com o papel tal como o conhecemos.

Os cientistas garantem que o papel repelente tem uma panóplia de aplicações, que vão das embalagens resistentes à chuva até aos laboratórios da medicina. Por exemplo, podemos embeber neste papel sensores que reajam a qualquer coisa que esteja no sangue, ou em qualquer outro fluido corporal, de maneira a ter exames mais rápidos, mais baratos e mais fáceis.

Para já os cientistas só conseguem fabricar pequenas amostras de papel repelente, mas acreditam que o processo pode ser produzido em escala e a um nível industrial.

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