Os astrónomos da NASA utilizaram o telescópio Nuclear Spectroscopic Telescope Arraye (NuSTAR) e descobriram algo muito reluzente a muitos milhões de anos-luz do planeta Terra: a estrela morta mais brilhante alguma vez encontrada.

Segundo a TIME, os cientistas pensaram, originalmente, que a estrela era um buraco negro, mas depois descobriram que não. Foi descoberta na galáxia Messier 82, também conhecida como «Galáxia Cigarra», localizada a 12 milhões de anos-luz da Terra.

«Podemos pensar nesta estrela pulsar como o "Rato Mickey" dos restos estrelares», disse Fiona Harrison, a principal investigadora da NuSTAR, no Instituto de Tecnologia da Califória, em Pasadena, num comunicado da NASA. «A estrela tem todo o poder de um buraco negro, mas muito menos massa», acrescentou.  

Apenas se chama estrela morta porque se tratam dos restos da explosão de uma supernova, esta estrela pulsar ainda está bastante viva, pulsando a energia correspondente a 10 milhões de sóis.

«A estrela pulsar parece estar a consumir o equivalente a um buraco negro», afirmou Harrison. «Esse resultado vai-nos ajudar a entender como os buracos negros devoram e crescem tão rapidamente, um acontecimento importante na formação de galáxias e estruturas do universo.»



O vídeo da NASA mostra uma estrela de neutrões - o núcleo de uma estrela que explodiu numa supernova. Esta estrela de neutrões é conhecida como uma estrela pulsar, porque envia feixes de raios-X que parecem luzes de um farol rotativo.