Depois dos Anonymous terem declarado guerra ao Estado Islâmico, o grupo de “hacktivistas” ameaçou o candidato à presidência norte-americana, Donald Trump, por ter sugerido que os muçulmanos não devem entrar nos EUA.

Os comentários recentes do candidato à presidência dos EUA já suscitaram uma onda de críticas por todo o mundo. Personalidades como Marck Zuckerberg, David Cameron e Hillary Clinton já demonstraram o seu desagrado e a população britânica respondeu com a criação de uma petição para “ barrar a entrada de Donald Trump no Reino Unido”.

E, esta quarta-feira, foi a vez dos Anonymous reagirem às declarações, num vídeo publicado na Internet. O grupo afirmou que os comentários proferidos pelo multimilionário vão contribuir para dar poder ao EI.
 

“Esta política vai ter um grande impacto. Isto é o que o EI quer. Quanto mais descontentes os muçulmanos estiverem, mais o EI sente que consegue recruta-los”.


No vídeo, contudo, o porta-voz do grupo não explica que estratégias poderão vir a ser usadas para sabotar o candidato.
 

“Donald Trump pense duas vezes antes de dizer alguma coisa. Foi avisado. Somos os Anonymous, somos uma legião. Não perdoamos”.