«A primeira grande ilação que podemos retirar é a de que o portátil Magalhães serviu mais como um apoio simples e não como um recurso central de inovação pedagógica», refere o autor do estudo, concluído em maio, mas divulgado agora por ter sido, entretanto, «sujeito a provas públicas, no âmbito do doutoramento» em causa, disse fonte da UPT à Lusa.






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«A ideia da distribuição massiva dos Magalhães, com finalidade de democratização do acesso às tecnologias e sua implementação no quotidiano das salas de aula para preparação do cidadão para o futuro, parece estar voltada ao fracasso. Existe um longo caminho a percorrer para valorizar o esforço financeiro que foi aplicado e permitir que as tecnologias sejam incluídas de forma transversal nos currículos, surgindo nas escolas do 1.º ciclo de uma forma sistemática e planeada, em vez de pontual e espontânea», frisou o autor do estudo.