«As pessoas pensam que devem clicar no botão “Like” e isso é uma forma de simpatizar ou criar empatia com alguém», mas em alguns casos esta não é a reação apropriada, explicou Zuckerberg. 




 

«As pessoas dizem que não se sentem confortáveis em clicar em “Gosto”» nestas situações, argumentou, adiantando que o Facebook está a tentar criar uma alternativa para expressar este tipo de emoções.


 

Permitir aos utilizadores afirmarem que não concordam ou gostam de algo «não seria bom para o mundo», defendeu.

 

Ou seja, o Facebook está a considerar como pode abordar a questão, tornando a forma de a concretizar «uma força para o bem e não uma força para o mal», disse Zuckerberg, evitando o sentimento negativo que pode ser transformado num movimento com ligações erradas.