A Apple rendeu-se aos «smartphones» de grande formato, com o lançamento dos novos modelos do iPhone, o 6 e o 6 Plus, que aconteceu a 9 de setembro em Cupertino, na Califórnia.

Os novos telemóveis da marca norte-americana, maiores que os antecessores, mantêm a qualidade dos materiais (alumínio e aço inoxidável), mas não cumpriu a expetativa em torno de um possível ecrã inquebrável de safira. Em vez disso, o novo iPhone apresenta um LCD de vidro temperado.

Um processador A8, 64 bits que promete ser 25% mais rápido, e gráficos melhores são outras das caraterísticas dos dispositivos. O iPhone 6 Plus, o mais caro, possui ainda um ecrã Full HD e uma máquina fotográfica com estabilizador ótico de imagem que filma e mostra a 4K.

A gigante norte-americana aderiu ainda ao NFC, a tecnologia que permite fazer compras com o telemóvel, e que aqui se chamará de Apple Pay.

Outra das novidades anunciadas foi a incursão nos «smartwatches». O Apple Watch é o primeiro «wearable» da marca que permite ver emails, mensagens do Facebook, consultar o GPS e até vigiar o batimento cardíaco.

Os «wearables» são, de resto, para muitos «the next big thing». Não é por acaso que os «smartwatches» estão a deixar de parecer gadgets para terem o mesmo aspecto dos relógios tradicionais. A Samsung, por exemplo, apresenta dispositivos com braceletes Swarovski e a Intel tem braceletes em pele.