Perante o vaticínio dos estudantes de Princeton, de que a rede social criada por Mark Zuckerberg vai perder 80 por cento dos seus utilizadores até 2017, o Facebook optou por fazer uma brincadeira.

Usando a mesma metodologia - o chamado modelo SIR, utilizado para avaliação de doenças infeciosas - especialistas da rede concluíram que aquele estabelecimento de ensino, dos Estados Unidos, verá reduzido a metade o número de matrículas em 2018 e, em 2021, pura e simplesmente, não terá alunos.

John Cannarella e Joshua A. Spechler, autores do estudo da Univeridade de Princeton «Modelação epidemiológica da dinâmica das redes sociais online», estabeleceram uma analogia entre a curva de adoção, ascensão e queda das redes sociais e a das doenças infeciosas e basearam os seus prognósticos em tendências extraídas de dados públicos de buscas realizadas no Google.

Recorrendo à mesma técnica, os peritos da rede concluíram que Princeton tem menos «likes» no Facebook do que Harvard e Yale e que a quantidade das suas publicações diminuiu desde o ano 2000. E baixou também o número de buscas sobre Princeton no Google Scholar (que reúne artigos académicos).

A «brincadeira» do Facebook não ficou por aqui. Mais do que com a Universidade de Princeton os peritos da rede dizem-se preocupados com o destino do planeta.

Pesquisaram no Google o termo «ar» e verificaram que as buscas caíram de forma contínua. Conclusão, segundo as projeções obtidas usando sempre a técnica de Princeton, lê-se no «estudo» do Facebook que no ano de 2060 já não haverá ar.