As últimas alterações às regras de utilização da marca Instagram proíbem as empresas e os programadores de usarem «Insta» ou «Gram» no nome das aplicações que desenvolvem. A diretriz serve para as novas aplicações (apps) a lançar, mas também para aplicações já existentes, conforme noticia o site TechCrunch.

Depois de um período em que várias apps se tentaram colar ao sucesso do Instagram com nomes semelhantes, de modo a captar mais audiência, o Facebook quer impedir que isso aconteça no futuro por parte de todas as aplicações que se regem pelas normas de API do Instagram.

No princípio, aquela rede social de fotografias até encorajava outras aplicações a usarem partes do nome «Insta» e «Gram», desde que não fossem juntas, sendo possível combiná-las com outros termos. Mas com a compra por parte do Facebook, a estratégia alterou-se.

O Facebook mudou as regras do uso da marca Instagram e a utilização de pedaços do nome vão ser proibidas a outras aplicações. As restrições aplicam-se inclusive ao nome dos filtros e ao aspeto.

São vários os casos onde os termos agora proibidos fazem parte da nomenclatura das apps, como acontece com a Statigram, Luxogram, Webstagram, Gramfeed, Instadrop e Instagallery, que terão de acatar as novas regras.

«As marcas têm de construir a própria identidade e os elementos do Instagram só vão poder ser usados com a nossa autorização», informou o Facebook num e-mail enviado ao TechCrunch.

O Facebook dá às empresas e aos programadores um prazo de resposta de 48 horas. A rede social garante que os mesmos terão um período razoável para mudar o nome das aplicações.