Foi lançada dia 3 de Setembro, e poucos dias depois obrigada a mudar de nome. A aplicação «Ghetto Tracker» («Localizador de guetos») pretendia mostrar aos utilizadores as «partes da cidade a evitar», mas foi chamada de racista e classista.

Os críticos dizem que era uma forma «dos ricos evitarem os pobres». Agora, chama-se «Good Part of Town» («A parte boa da cidade»), escreve o «Huffington Post».

Apesar do novo nome, a polémica em torno da aplicação não acabou. A aplicação não utiliza dados estatísticos relacionados com criminalidade, mas permite aos utilizadores que classifiquem determinada zona da cidade em termos de «segurança». No entanto, muitos consideram que, por isso mesmo, se baseia em preconceitos.

A página na internet do «Ghetto Tracker» deixou de existir, tal como o seu Facebook e a conta de Twitter. A nova página, já como «Good Part of Town», tem agora uma fotografia de uma família etnicamente diversa. Antes era uma família «branca».

Do criador da aplicação pouco se sabe, apenas que tem 30 e poucos anos e vive em Tallahassee, na Flórida.