Sol Ryan tem agora dois anos. Nasceu numa posição complicada e isso provocou-lhe um coágulo no braço esquerdo, levando os médicos a optar pela amputação para lhe salvar a vida.

Foi um alívio enorme ver aquela coisa hedionda que estava agarrada a ele e a morrer desaparecer”, admite Ben Ryan, pai de Sol, em declarações à CNN.

Mas Ryan decidiu que ter apenas um braço não era suficiente para o filho e decidiu mudar o curso das coisas. Já que Sol não iria ter um braço de carne e osso, o pai decidiu que havia de lhe construir um, até porque as alternativas que lhe eram propostas eram demasiado rígidas e sem qualquer movimento na mão. Afinal Sol era só um bebé e os dispositivos que foram colocados à disposição dos pais não pareciam os mais adequados.

Ben Ryan, um antigo professor de Psicologia no Reino Unido, revolveu investigar para encontrar alternativas.

 

Sem qualquer experiência de engenharia, Ben sabia que tinha uma árdua tarefa pela frente. Após as investigações, Ben concluiu que a melhor forma de dar ao filho um braço que lhe desse uma verdadeira qualidade de vida era usando uma impressora 3D. Usou as funcionalidades da Xbox para desenhar o braço e uma impressora 3D para o materializar.

Depois de confirmer a qualidade de vida que a prótese imprimiu no dia-a-dia de Sol, Ben decidiu ajudar outras crianças que eventualmente tenham perdido um dos braços ou pernas.