O Google assinala esta terça-feira o 41.º aniversário da descoberta de Lucy, um fóssil de um Australopithecus que ajudou os cientistas a compreender melhor a evolução do Homem.

Foi a 24 de novembro de 1974, na Etiópia, que uma equipa de investigadores, liderada pelo professor norte-americano Donald Johnson, descobriu o esqueleto de uma fêmea da espécie Australopithecus Afarensis. O fóssil, que ficou conhecido como Lucy, tornou-se uma peça chave no puzzle que é a história da humanidade.

Os cientistas acreditam que Lucy terá vivido na região de África que agora faz parte da Etiópia há mais de três milhões de anos.

Apesar dos milhões de anos que separam Lucy do Homo Sapiens, uma importante semelhança entre ambos despertou a atenção dos investigadores: a locomoção pois ambos são bípedes. Assim, tal como o Homem moderno, também Lucy conseguia andar apoiada pelos dois membros posteriores. Uma conclusão baseada no estudo da sua estrutura e da forma da sua coluna vertebral que se revelou crucial para melhor compreender a evolução humana.

Atualmente, os vestígios fósseis de Lucy estão no Museu Nacional de Adis Abeba, a capital da Etiópia.