«O efeito é semelhante a vários comboios a sair da estação ao mesmo tempo, mas seguindo rotas diferentes, uns mais lentamente que outros (consoante a falta de matéria escura), mas com o mesmo destino final», explica um dos autores do estudo publicado no jornal «Science», Steve Rodney.







«Realmente deu-me um 'loop' quando avistei as quatro imagens em torno da galáxia, foi uma completa surpresa. Chegámos a ver a supernova quatro vezes e medimos os atrasos de tempo entre a sua chegada em diferentes imagens. Espero aprender alguma coisa sobre a supernova e o tipo de estrela que explodiu, bem como sobre as lentes gravitacionais», acrescentou Patrick Kelly.