«Se dois terços da incidência de cancro nos tecidos é explicada por mutações de ADN aleatórias que ocorrem na divisão das células-tronco, mudar o estilo de vida e os hábitos é uma grande ajuda para prevenir certos tipos de cancro, mas não é efetivo em relação a uma grande variedade de outros tipos», afirmou.
 
«Temos que concentrar os nossos esforços em encontrar maneiras de detetar esses cancros mais cedo, em estágios em que ainda sejam curáveis», explicou.


«Estimamos que mais de quatro em cada 10 casos poderiam ser prevenidos por mudanças no estilo de vida, como não fumar, manter um peso saudável, ter uma dieta saudável e reduzir o consumo de álcool», disse ainda Cristian Tomasetti.
 
«Fazer essas mudanças não é uma garantia contra o cancro, mas aumenta as probabilidades a seu favor», realçou.
 
«É vital que continuemos a fazer progressos em detetar o cancro mais cedo e melhorar os tratamentos, mas ajudar as pessoas a entender como podem reduzir o risco de desenvolver cancro continua a ser fundamental na luta contra a doença», concluiu.