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“Quanto mais antibióticos se toma, mais forte é o efeito. E parece agravar-se à medida que as crianças se tornam mais velhas”, explicou Brian Schwartz, o principal responsável pelo estudo.



“Se a toma de antibióticos não for frequente, as bactérias conseguem recuperar. Mas, se for excessiva, os impactos podem ser duradouros, a ecologia das bactérias intestinais muda e não volta ao que era antes”.