logotipo tvi24

Americanos com muita graça e alemães carrancudos

Utilizadores alemães da rede social de relacionamentos Badoo consideram ainda espanhóis «os mais divertidos da Europa»

Por: Redacção / SC    |   2012-06-09 12:46

Os americanos têm sido apontados como «a nacionalidade mais engraçada do mundo», e os espanhóis são considerados «os mais divertidos na Europa», aponta uma pesquisa realizada através da rede social de relacionamentos Badoo.

Segundo a Reuters, a rede social lançou o desafio a 30 mil utilizadores de 15 países para que nomeassem a nacionalidade que mais consegue arrancar sorrisos das pessoas e com mais facilidade, assim como a menos engraçada.

Os americanos obtiveram o prémio dos mais divertidos do mundo que foram seguidos pelos espanhóis e pelos italianos e franceses na Europa.

Os menos engraçados foram considerados os alemães, nacionalidade que o escritor americano Mark Twain considera que «não consegue ter um bom sorriso para uma simples piada» e que apareceram na tabela bem destacados dos segundos «menos engraçados» que foram os russos seguindo-se logo dos turcos.

O director de marketing da Badoo, Lloyd Price, frisa que «infelizmente» não acharam «muita graça a alguns dos resultados», por os ingleses terem ficado no sétimo lugar entre os 15 países, atrás dos brasileiros, franceses e mexicanos no ranking dos melhores e mais engraçados.

De acordo com a rede social os americanos são a «nacionalidade mais engraçada» já que estão associados a séries animadas como os «Friends», «Simpsons», «Frasier» ou o «Seinfield», assim como a grandes nomes e cheios de humor como: Woody Allen, Steve Martin, Larry David, Bem Stiller ou Tina Fey.

Partilhar
EM BAIXO: Sorriso
Sorriso

Asteróide gigante vai passar próximo da Terra
Já no dia 31, sem problemas para o planeta
Crianças já leem mais nos computadores e tablets do que livros
Estudo no Reino Unido garante que leitura «virtual» pode ser «prejudicial» para os jovens
Se todos os glaciares derreterem o nível do mar subirá 61 cm
Degelo dos glaciares terrestres contribuiu para um terço da subida dos oceanos
PUB