«Se o consumo de arginina é tão importante para o processo do Alzheimer, talvez nós possamos bloquear esse consumo e reverter a doença», disse uma das autoras do estudo, Carol Colton, da Escola de Medicina da Universidade de Duke, citada pelo jornal britânico «The Independent».






«Isso é surpreendente porque a supressão do sistema imunológico não é o que pensávamos que acontecia na doença de Alzheimer», afirmou o autor principal do estudo, Matthew Kan, pós-doutorando no laboratório de Colton.




 «Tudo isso sugere que se nós conseguirmos bloquear esse processo local de privação de arginina, podemos proteger - os ratos, pelo menos - da doença de Alzheimer», disse Matthew Kan. O DFMO foi sintetizado há 20 anos e tem sido estudado em testes clínicos com humanos para o tratamento de alguns tipos de cancro. Mas a droga ainda não tinha sido testada como potencial terapia para a doença de Alzheimer.