Por: tvi24 / PP | 27- 7- 2009 13: 25
Se o Estado não tivesse promovido a concertação com os operadores de telecomunicações, nem dado o passo em frente, não
teria sido possível distribuir um milhão de computadores aos portugueses, nos últimos dois anos. A ideia foi defendida por
José Sócrates, esta segunda-feira, na entra do computador número um milhão a um formando do programa Novas Oportunidades.
O
primeiro-ministro salientou mesmo: «Este programa - de distribuição de computadores por formandos, professores e alunos -
significou que em muitas casas o computador entrou dez anos antes do que entraria se o Estado não se tivesse envolvido».
«Muitas
vezes entregaram-se neste país mais de 40 mil computadores por semana. Ao longo destes últimos dois anos, em media, foram
distribuídos cerca de dois mil computadores por dia. Ao contrário de outros programas, este teve sucesso porque o Estado envolveu-se
nesta ambição com os operadores. Houve uma concertação estratégica», acrescentou.
«Isto é obra»
José
Sócrates considerou ainda que um milhão de computadores distribuídos "é obra". E lembrou as «incompreensões, obstáculos e
críticas». «Dois anos depois, temos o orgulho de dizer que este país é o primeiro do mundo onde todas as crianças que frequentam
o primeiro ciclo do Ensino Básico têm acesso ao computador», concluiu.
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