Cientistas norte-americanos anunciaram, na quarta-feira, terem conseguido, pela primeira vez, obter mais energia de uma reação de fusão do que a absorvida pelo combustível usado para a provocar.

O estudo desenvolvido pelo organismo norte-americano National Ignition Facility (NIF), no Estado da Califórnia, foi divulgado pela revista científica britânica «Nature».

Durante várias décadas de trabalho, os cientistas têm enfrentado um enorme obstáculo: a quantidade produzida de energia era sempre ultrapassada pelas grandes quantidades de energia necessárias para desencadear o próprio processo, como conta a Lusa.