O que começou como uma plataforma onde todos podiam expressar, num micro blogue, as suas opiniões, parece ter mudado de rumo. O papel desempenhado pela rede social Twitter na «primavera árabe», que irrompeu nos últimos anos, poderá não se repetir. A semana passada uma conta pró-Ucrânia foi bloqueada na Rússia após pedido do governo, escreve o site «Business Insider».

Esta não foi a primeira vez que o Twitter bloqueou contas com carácter político. Recentemente, no Paquistão, uma conta acusada de difundir conteúdo «blasfemo» também foi bloqueada.

Em 2011, durante uma conferência, o CEO da empresa, Dick Costolo clamou serem «a ala da liberdade de expressão do partido da liberdade de expressão». Mas um ano depois, o Twitter anunciou que ia permitir o bloqueio de algumas contas dentro dos países, mas que estas seriam visíveis para o resto do mundo.

Aos poucos, os pedidos de bloqueios por parte dos Governos, com base em motivações políticas tem aumentado e, o Twitter aceitou vários. Demasiados, segundos os críticos do caminho escolhido pela empresa.

Por exemplo, na Turquia, para não ver a página totalmente bloqueada, a empresa tem satisfeito perdidos do executivo.