No início de 2007, Barack Obama encontrou-se com Steve Jobs, numa era submetida à Nokia. O então CEO da Apple queria desvendar ao então senador um dispositivo que não era um iPod, mas que também o era; que não era um telefone, mas que também fazia chamadas; que não era um computador, mas que também tinha mistérios.

Barack Obama teve o privilégio de observar antes de todos o iPhone, um objeto que iria mudar o mundo. No fim do encontro com Steve Jobs, manifestou um desejo e uma impossibilidade: «Se fosse legal, comprava uma carrada de ações da Apple. Isto vai ser grande».

A 13 de maio de 2007, já depois do encontro com Barack Obama, Steve Jobs chamou uma multidão para o ir ouvir.

«Este é um dia pelo qual ansiei durante dois anos e meio», afirmou. Responderam-lhe com palmas e ele continuou: «De vez em quando, há um produto que aparece e que muda tudo».