"Se conseguirmos, dentro de um processo de trabalho, perceber os mecanismos de motivação neuronal, que são os mesmos da recompensa, conhecermo-nos e perceber como podemos potenciar o nosso bem estar do ponto de vista emocional ou neurobiológico, vamos ter muito mais capacidade de trabalho, de integração em grupo e social, e de produzir coisas novas", disse à agência Lusa Fernando Rodrigues, professor no Instituto Politécnico de Leiria.








"Não podemos estar felizes, se não tivermos mecanismos neurobiológicos para poder estar e, por vezes, em tom de brincadeira digo que a felicidade é um bailado de neurotransmissores" em que é importante ter "a quantidade óptima", acrescentou.