Do lado dos videojogos, da Microsoft e do Windows 10, na Microsoft Build Conference em São Francisco, nos EUA, mostraram-se algumas novidades sobre o DirectX 12 - que é o kernel ou núcleo gráfico dos PCs e da XBox, aquilo que faz os bonecos aparecerem no ecrã - e aquilo que ele consegue fazer.
 
Basicamente, aquilo que está no ecrã é uma cena com 63 milhões de polígonos. Em linguagem que toda a gente perceba, polígonos são formas geométricas. Bolas, cubos, prismas, figuras que se contorcem e conjugam para criar formas complexas nos computadores.
 
Por exemplo, cada cabelo de uma bruxa, por exemplo, é ele próprio um polígono. Cada um desses cabelos (ou agora as penas, se quiserem) tem a sua própria animação, que depende do vento, que depende de onde vem a luz, que depende do que o jogador está a fazer com o comando.
 
Lembro-me de que há uns anos o primeiro filme de animação fotorrealista - Final Fantasy, the Spirits Within - implicou cerca de 200 pessoas a trabalhar a fio durante mais de quatro anos para conseguirem fazer uma coisa parecida.
 
A altíssima definição, a pele, o brilho da humidade, a crosta de lama!, o resultado final da demo da Square Inix com a NVidia, é absolutamente espantoso. E até pode ser que estejamos a ter (é o que se diz por aí) um vislumbre do próximo Final Fantasy - o Final Fantasy 16. Extraordinário trabalho de luz. Vamos ver como fica no fim. É muito rápido.