A investigação foi realizada por um grupo de 158 investigadores de 21 países, liderados por Hans ter Steege, do Museu de História Natural de Leiden, na Holanda, e publicada na revista Science Advances. 

O estudo conclui que se a desflorestação continuar ao ritmo atual, cerca de 40% da floresta original vai ser destruída até 2050. 

 

“Pelo menos 36%, e até 75%, de todas as espécies de árvore da floresta amazónica podem ser classificadas como globalmente ameaçadas."

Para os investigadores, os resultados do estudo devem estar na base das políticas conservação da floresta. Os cientistas defendem, por exemplo, que áreas protegidas e territórios indígenas podem oferecer uma maior proteção às espécies mais ameaçadas.