O presidente da Caixa Geral de Depósitos (CGD), Faria de Oliveira, afirmou esta quarta-feira que vê com agrado que o novo banco de investimento luso-angolano venha a abrir o seu capital social e que o BES seja um dos parceiros.

«A abertura do capital social do banco de investimento luso-angolano é algo que está previsto e, para nós, é desejável ter um parceiro como o Banco Espírito Santo (BES), uma grande instituição da banca portuguesa internacional», disse o responsável pelo banco público português, em Lisboa, escreve a Lusa.

À margem da conferência «PME's e a Recuperação Económica», organizado pelo Diário Económico, Faria de Oliveira destacou a importância da abertura do capital social, tanto para Portugal como para Angola.

«É algo que está previsto na realidade, mas ainda é muito cedo para determinar o momento em que isso vai acontecer. O facto de ser o BES a manifestar o seu apreço [pelo novo banco de investimento] creio que é o melhor sinal», assinalou.

Recorde-se que na semana passada, aquando da visita oficial a Portugal do Presidente da República de Angola, José Eduardo dos Santos, foi acordado a criação de um novo banco com sede em Luanda, detido em partes iguais pela CGD e a Sonangol.