Carolina Tendon morreu subitamente com uma embolia pulmonar.




«A minha irmã tinha um excelente relacionamento com a minha mãe. A minha mãe tinha sempre conhecimento de todos os passos que ela dava. E, debaixo deste choque, a minha mãe disse-me “Susana, foi a pílula que matou a carolina”», diz Susana Alves, irmã da jovem.

«Investigámos, procurámos saber mais. Recusámo-nos a aceitar a morte da Carolina como uma morte natural, porque de natural não tem nada. Era saudável, jovem, cheia de vida. Morreu subitamente porquê?», questiona.


a morte de Carolina podia estar associada à pílula que tomava

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«A relação causal entre o medicamento suspeito e a reação adversa ao medicamento notificada foi classificada pelo perito clínico como possível, por se tratar de uma reação adversa descrita no resumo das características do medicamento e por ter uma relação temporal bem estabelecida».






No Canadá, suspeita-se que 23 mulheres tenham morrido depois de tomarem a pílula Yasmin.

a agência do medicamento francesa chegou a suspender outra das pílulas comercializada pela Bayer, a Diane35, também da «nova geração», associada a quatro mortes por trombose venosa



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Em Portugal há sete casos notificados no sistema de farmacovigilância relacionados com a pílula Yasmin, sendo um deles de morte

«Está registado na base de doados. E agora? Para mim isso é muito pouco. A minha irmã era demasiado importante para mim para que a morte dela seja um número numa base de dados»


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