«Era ela que me oprimia e na realidade era eu a vítima», afirmou o homem, durante a leitura dos factos constantes na acusação efetuada pela juíza presidente do coletivo, em relação à perseguição que terá movido contra a ex-companheira desde a separação, em outubro de 2010.


«Sou adepto das relações abertas e poligâmicas», afirmou o detido, para justificar a alegada ausência de ciúmes pelos relacionamentos da vítima, antes e depois da separação.




«Fiz um gesto inconsciente», alegou o arguido, acrescentando que ficou «em choque pelo que tinha feito» e que a ex-companheira desfaleceu e ficou caída no chão do apartamento na subcave do prédio na periferia de Lisboa.






«Depois da separação deles, ele perseguia-a sempre. Andava sempre a persegui-la, [ela] fazia sempre queixas à polícia, que não fazia nada. O que ele está a contar é tudo mentira», disse, no intervalo do depoimento do arguido, Octávio Pereira, tio da vítima.




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