Uma telefonista da prisão de Coimbra está acusada de tráfico de estupefacientes, de acordo com a Polícia Judiciária.

A mulher introduzia na cadeia produtos proibidos, como drogas e uísque, pelos quais cobrava uma comissão de 50 por cento.

Segundo a PJ, a funcionária do estabelecimento prisional geria um autêntico supermercado.