Foi reaberto o processo do caso do homem de 30 anos que morreu asfixiado em agosto de 2002 no hospital Egas Moniz, em Lisboa, depois de uma cirurgia para remover um quisto na garganta.

A família continua à espera de ser indemnizada pelo hospital.

Carlos Mascarenhas pediu ajuda durante três horas escrevendo em jornais e revistas que estava com falta de ar, mas não lhe foi prestado auxílio e acabou por não resistir.

Após a morte do doente a família levou a tribunal o hospital, duas enfermeiras e a médica responsável na altura.

Com a reabertura do processo, a família, através da irmã Carla Mascarenhas, disse que apenas quer que seja feita justiça.