As famílias das vítimas do Meco estão a receber centenas de emails que relatam praxes violentas e secretas em tudo semelhantes ao ritual da «Hora do Diabo», reconstituído pela TVI..

A confirmação é feita pelo advogado das famílias que diz que existe um enorme manto de silêncio entre os alunos da Lusófona, que apenas falam sob anonimato, e que critica ofacto da investigação ter ficado parada durante um mês.

O manto de silêncio que se instalou entre os alunos da universidade Lusófona é apenas quebrado sob a forma de anonimato. Os familiares das vítimas do Meco estão a receber centenas de mails de antigos e atuais alunos. Alguns deles relatam praxes violentas e secretas em tudo parecidas com o ritual inspirado em «A Hora do Diabo» de Fernando Pessoa, reconstituído pela TVI.

Os autores do email justificam o anonimato dizendo que estão vinculados a um pacto de silêncio que, ao que parece, ninguém se atreve a quebrar.

A Polícia Judiciária já começou a interrogou as famílias das vítimas do Meco, também os computadores e telemóveis já foram entregues às autoridades.

Para Parente Ribeiro, a investigação do Ministério Público peca por ser tardia. O advogado diz que o processo esteve parado durante um mês, e que só depois dos pais falarem à comunicação social é que começaram a ser feitas as primeiras diligências.