“Há já um caminho feito e há um grande número de empresas que aderiram, desde as grandes empresas, como a EDP e a Sonae, até pequenas empresas que têm colaborado connosco”, afirmou Nuno Crato.


“Pagamos até 90% da formação com máximo de 25 horas e no caso dos desempregados será pago a 100%"

“Neste momento, Portugal tem de fazer uma grande aposta na educação dos seus jovens mas também na qualificação dos seus ativos”, defendeu Mota Soares.