“A situação está neste momento a ser monitorizada. Houve uma recolha de resíduos numa cave do edifício, por uma empresa especializada e, após a recolha dos resíduos, houve uma aluna de doutoramento, alguns professores e uma funcionária que apresentaram alguns sinais que, eventualmente, poderão estar relacionados com a exposição a químicos”, disse à Lusa a diretora da Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa (FFUL), Matilde Castro.





“Não há nenhuma relação causa/efeito completamente estabelecida, mas, como houve dúvidas, por uma questão de precaução, o edifício foi encerrado e só voltará a ser reaberto quando houver a certeza absoluta de que está tudo em condições”, disse Matilde Castro.