«Nisto de aparelhos com cérebro, o CDS já mostrou as limitações. Pressionou Portas a ficar no governo e a abalançar-se na economia por puro desinteresse. Aqui não há negócios nem vistas curtas, só patriotismo¿ O genial acordo do hotel Tivoli, e o modo como as luminárias da democracia-cristã rejeitaram a intuição do ministro em bater com a porta, mostram a argúcia táctica desta gente: sobreviver, sobreviver!»