"Nego os factos que me são imputados. Estou inocente", disse o arguido durante a primeira sessão de julgamento, recusando, quando questionado pela juíza que preside ao coletivo.

“Quer explicar?”, perguntou a magistrada judicial, ao que respondeu: “Não”.






"Depois de se assegurar que estava morta e com o fito de não ser responsabilizado, escondeu o cadáver numa mata arbustiva situada no lugar de Paredes, freguesia de São Pedro de Arcos, no concelho de Ponte de Lima, local ermo e descampado, onde só casualmente viria a ser encontrado, a 04 de novembro de 2012", refere o MP.








"Tem acessos de cólera e fúria quando é contrariado na sua vontade ou desejos", sustentou perante o tribunal, adiantando que aquelas reações "são desproporcionais e desajustadas ao motivo que as despoleta".

"Manifesta frieza e distanciamento para com as vítimas e não consegue desenvolver relações de afeto duradouras, são saltitantes", frisou.