"Acho esta sentença maravilhosa, tecnicamente irrepreensível, demonstra um extremo cuidado do tribunal na avaliação da prova, que não se limita a absolver e que desmonta a vingança" contra os arguidos, afirmou o advogado Artur Marques, que defendeu Conceição Martins, antiga diretora pedagógica do centro e uma das arguidas.




"Não tenho a menor censura a fazer ao Ministério Público" na condução deste processo, concluiu, distanciando-se assim do advogado Albano Loureiro, que defendeu o ex-presidente do polo de Vila do Conde do Centro Juvenil de Campanhã.