«Uma das perceções que desmistificámos com estes projetos é que as vítimas de tráfico seriam só cidadãos estrangeiros e que as redes seriam necessariamente organizadas e sofisticadas, mas isso não corresponde à verdade», explicou à agência Lusa o investigador do NSIS Miguel Santos Neves.




«A professora percebeu pelo comportamento da rapariga que algo se passava e conseguiu descobrir que o pai a iria vender. Imediatamente acionou os meios legais para salvar a menina e o caso está a ser investigado», contou.