Carlos Guerra, pai de Tiago Guerra, detido preventivamente em Díli, Timor-Leste, por suspeitas de branqueamento de capitais, afirmou-se incrédulo com a detenção do filho e com os contornos de um processo que deixou a família «destroçada».

Em entrevista à Lusa a partir de Portugal, onde está com a mulher e os dois netos, filhos de Tiago Guerra, disse que a notícia do caso caiu como «um grande bomba num charco».

«As pessoas que conhecem o Tiago mostram-se incrédulas. É impossível isto estar a acontecer. Ele sempre foi cumpridor, desde miúdo. Não atravessava fora da passadeira», afirmou.