atentados terroristas idêntica à que se viveu em França

«Normalmente, as polícias encetam sempre uma negociação, tentar negociar para que as pessoas acabem a bem. Neste caso, era muito previsível que estes dois casos culminassem com uma intervenção mais musculada das forças especiais francesas», afirmou.
 
 «O Grupo de Operações Especiais pertence à Unidade Especial de Polícia, que por sua vez pertence à Polícia de Segurança Pública, (…) tem todos os meios e todas as valências, recursos quer humanos, quer materiais, para resolver uma situação destas», garantiu.