Esta manhã, a família de um aluno da escola primária de Mesquitela, Mangualde, impediu a entrada nas instalações de professores, funcionários e pais em protesto contra a suspensão do filho que, na semana passada e num ataque de fúria, atirou cadeiras da sala de aula, levando à suspensão das aulas.

O episódio violento da passada terça-feira levou a que mais um pai pedisse a transferência do filho para outra escola, por considerar que a segurança está posta em causa.

Já no início do ano letivo muitos pais tinham pedido a mudança de escola quando souberam que o menino de seis anos ia fazer parte da turma do primeiro ano. Os ataques de fúria da criança chamaram a atenção ainda no jardim-de-infância, uma vez que, quando contrariado, o menino ataca violentamente quem estiver perto dele.

O agrupamento de escolas de Mangualde considera que o menino terá de ser sujeito a uma avaliação psiquiátrica, uma ideia que a família da criança não aceita.