A 20.ª edição do Super Rock, que hoje terminou na Herdade do Cabeço da Flauta, Sesimbra, foi «mais calma do que em anos anteriores», de acordo com a GNR.

A tenente Luísa Peixoto, do Destacamento Territorial de Setúbal da GNR, disse em declarações à Lusa que nesta edição do festival «não houve detenções, nem participações de furtos e roubos», pelo menos até à 01:00 de hoje.

«Foi mais calma do que em anos anteriores«, referiu.

Quanto aos acessos rodoviários, «correu tudo muito bem», tendo-se registado «mais fluxo na sexta-feira, depois da hora de jantar, mas sem engarrafamentos».

Também no Posto Médico montado no recinto, este ano foi mais calmo.

De acordo com o médico responsável pelo espaço, Luís Raimundo, em declarações à Lusa, este ano houve «menos pessoas a serem assistidas do que no ano passado».

Sem adiantar números concretos, o médico disse terem sido registadas «ocorrências normais», sendo que «ninguém teve que ser enviado para o hospital».

«Conseguimos resolver aqui todos os casos», disse, acrescentando que registaram-se sobretudo escaldões, picadas de bichos e uma ou outra amigdalite.

Na sexta-feira, foi necessária a intervenção dos bombeiros devido à queda parcial de uma árvore na zona da restauração. Apesar do aparato causado, não houve feridos.

A 20.ª edição do Super Rock decorreu entre quinta-feira e sábado na Herdade do Cabeço da Flauta, perto do Meco, Sesimbra.

Pelo recinto, de acordo com a organização, passaram cerca de 86 mil pessoas ao longo dos três dias. As datas da edição do próximo ano serão anunciadas «em breve».