«A vida dos docentes, anteriormente já difícil, vai tornar-se impossível, visto irem sofrer reduções mensais entre 400 e 500 euros (...) pois em média os docentes irão receber pouco mais de 2.000 francos (2 mil euros) mensais líquidos», lê-se no comunicado, assinado pela secretária-geral do SPCL, Teresa Duarte Soares, referindo-se à supressão da taxa cambial fixa.




«Muito lamentavelmente, tanto o Instituto Camões como a Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas têm sempre ignorado deliberadamente esta realidade, apesar de o nosso Sindicato, desde 2010, chamar constantemente à atenção para a situação precária dos docentes na Suíça», destaca o SCPL.