O INEM lamentou hoje a decisão dos técnicos do instituto de marcar uma greve para 01 de outubro e avisou que tomará todas as providências para manter os níveis de operacionalidade necessários para prestar socorro de emergência médica.

Os técnicos do INEM - Instituto Nacional de Emergência Médica marcaram uma greve nacional em protesto pela falta de conclusão da negociação da carreira com o Ministério da Saúde.

Segundo Luís Pesca, dirigente da Federação Nacional de Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais, os tripulantes de ambulâncias do INEM e os trabalhadores dos centros de orientação de doentes urgentes (CODU) decidiram marcar uma greve nacional para dia 1 do próximo mês, três dias antes das eleições legislativas, que coincidirá com uma manifestação de protesto em Lisboa.

Em comunicado, o INEM deixa um apelo aos seus profissionais para que “mantenham o compromisso fundamental ”de garantir a “prestação de auxílio de emergência médica em condições de respeito pela expectativa pública de prontidão e efetividade”.

O INEM deixa ainda um sinal de confiança à população, lembrando que o socorro de emergência é assegurado numa perspetiva de complementaridade de meios, no âmbito do Sistema Integrado de Emergência Médica (SIEM), de que fazem parte o INEM, os Bombeiros e a Cruz Vermelha Portuguesa, bem como a PSP e a GNR.

“Assim, o Sistema Integrado de Emergência Médica manterá as suas condições de operacionalidade e o socorro à população estará sempre assegurado”, sublinha.