A aplicação das 35 horas de trabalho é uma das reivindicações na base da vigília que o Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional promove esta quarta-feira junto à residência oficial do primeiro-ministro, em Lisboa.

Em comunicado, a direção do Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional refere que a vigília, que inclui uma reunião, pretende ainda ver regulamentadas as portarias e regulamentos previstos no estatuto profissional, assim como a entrada em vigor dos níveis remuneratórios.

A regulamentação do horário de trabalho, a aplicação da aposentação de acordo com a equiparação à Polícia de Segurança Pública (PSP), o pagamento do subsídio de turno, o preenchimento dos lugares vagos das diversas categorias de acordo com o previsto no mapa de pessoal para 2016 são também objetivos da vigília.

Os guardas prisionais afectos a este sindicato pretendem ainda que lhes seja aplicada a pré-aposentação de acordo com a equiparação á PSP e de acordo com o que está previstom na lei do Orçamento do Estado para a PSP.

A iniciativa decorrerá entre as 11:00 e as 14:00, refere o comunicado do sindicato presidido por Jorge Alves.