«Desde logo porque se tornou mais difícil trabalhar numa perspetiva de garantir direitos básicos de vida, como o acesso ao rendimento condigno, à habitação e à educação», explicou a autora do livro “Urgências e emergências do serviço social».








«Há um aumento das necessidades ao mesmo tempo que há uma redução da disponibilidade para responder a essas necessidades», lamentou Inês Amaro, do ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa.