À entrada do tribunal, Manuel Rodrigues, advogado de "Palito" assumiu "estar desiludido" porque o tribunal "não deu o benefício da dúvida" ao seu cliente. "O tribunal não olhou para os novos elementos probatórios com uma alma lavada", explicou.



Confessa ainda que "queria entender o que é que leva um homem a fazer aquilo que ele fez". Conhece-o "há um bom par de anos" e, para si, isso "ainda é uma incógnita".




pena máxima

foi adiada devido a uma “alteração não substancial” dos factos