“Estamos a trabalhar em conjunto para que no período de surto máximo de gripe haja uma retaguarda para aqueles casos exclusivamente sociais e que muitas vezes estão a ocupar camas nos hospitais desnecessariamente”.


“Queremos que as pessoas estejam imunes ao surto da gripe que aí vem e com isto diminuir a pressão sobre os serviços hospitalares e sobre os cuidados primários de saúde. Libertar o mais possível e deixar os serviços disponíveis para aqueles casos mais graves”.