As autoridades portuguesas enviaram três notificações para o sistema alerta rápido e de resposta da União Europeia sobre as ameaças sérias transfronteiriças sanitárias, criado na sequência da diretiva de 2013, segundo um relatório publicado esta segunda-feira.

A diretiva europeia com o objetivo de reforçar a capacidade para coordenar a resposta a emergências incluiu o alerta rápido e de resposta acerca de doenças, envolvendo ameaças biológicas, químicas, de origem ambiental e desconhecidas.

Segundo o relatório da Comissão Europeia sobre os resultados da implementação, desde 05 de novembro de 2013 a 04 de setembro de 2015, um total de 168 mensagens foram colocadas no sistema, entre alertas (90) e informações (78).

A maior parte foi proveniente da Comissão Europeia (28), seguindo-se França (22), Reino Unido (20) e Alemanha (12). Portugal integrou o grupo que registou três notificações, a par da Áustria, República Checa, Dinamarca, Islândia, Suécia e Suíça.

Das notificações de alerta, 49 estiveram relacionadas com o vírus Ébola, 13 com sarampo, nove com gripe, seguindo-se raiva e meningite (8), hepatite (6), botulismo, dengue e vírus do Vale do Nilo (5), poliovírus e doença do legionário (4). Outras menções foram cólera, difteria, tuberculose ou malária.