“Existe demasiada informação e não existe maturidade das crianças e dos jovens para ir acompanhando esta situação”, afirmou a psicóloga Sílvia Botelho, em entrevista à TVI. “É prejudicial para os jovens que começam muito cedo, sem terem maturidade, nem sensibilidade, nem afetos”.






“Muitos querem experimentar porque o outro experimentou e acabam por querer sempre fazê-lo mais cedo. Os pais também têm um papel muito importante para informar os filhos e dizer-lhes que para sermos bons não temos de ser iguais aos outros. Temos de ter confiança nas nossas competências e não ir atrás dos outros”.