«O que pretendemos é que os vogais Pedro Almeida e Ana Lúcia não se afastem desta instituição porque tem sido apenas com eles que nós conseguimos dialogar. Sempre procuraram atender aos anseios, preocupações e aos problemas da instituição, que são veiculados pelos seus profissionais», explicou à Lusa Célia Oliveira.


«Fica ainda maior o fosso que nos separa dos corpos diretivos e é isso que as pessoas que aqui estão não querem. Estão aqui médicos, auxiliares e enfermeiros das três unidades, porque o protesto, em que estamos todos juntos, é transversal a todas as classes profissionais.»


«Os serviços têm falta de material clínico, falta de meios humanos, falta de meios complementares e de coisas essenciais à prática clínica diária. Há material obsoleto e degradado que não é substituído e assistimos a alguns investimentos que não são prioritários e nem sequer são de utilização clínica, ou para a população que servimos.»